Neste blog muita informação sobre a história da Bossa Nova.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A Vida do Wilson Simonal não foi muito "Bossa Nova" - 2a parte

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WILSON SIMONAL, SIMONAL, SIMONA, SI....

Colaboração de Franz Kreuther

Num show, gravado em LP, Chico Anisío faz uma piada (acho que era uma piada sobre apelidos) em que dizia mais ou menos assim: “O cara se chama Wilson Simonal, vira Simonal, Simona, Si...” E a platéia cai na risada. Penso que, talvez, o que Chico queria não era dar motivos para risos, mas lançar um alerta para que resgatassem Wilson Simonal antes que fosse tarde demais.

Apresentar Wilson Simonal para os jovens desta geração deveria ser uma obrigação da indústria fonográfica e, principalmente, da mídia e da comunidade de artistas e músicos brasileiros, que por pura maldade, inveja, intolerância ou falta de compaixão, foram responsáveis por sua débâcle, sua ruína. É uma obrigação e um dever para com a memória desse grande artista, pelo tanto que prejudicaram este gigante da música nacional.

A música popular brasileira sempre contribuiu para marcar uma determinada época na nossa história social. Já tivemos a chamada “Época de Ouro”, onde imperava o rádio e a nação se encantava com a beleza dos
chorinhos e sambas; depois veio a batida diferente da Bossa Nova, o romantismo ingênuo da Jovem Guarda e aquela que seria, musicalmente, a fase mais brilhante da MPB: os Festivais de Musica Popular. Contudo, o material musical (letra, melodia e interprete) que a mídia divulga nos últimos 20 anos é de uma qualidade tão duvidosa e de apelo tão popularesco, que não sei se teremos do que nos orgulhar no futuro.

O povo brasileiro não tem respeito por suas tradições, por sua cultura, por seu patrimônio artístico e cultural. Aqui, no centro de Belém, havia duas magníficas construções, cuja arquitetura era motivo de orgulho para a cidade, a Fábrica Palmeira e o Central Hotel. A primeira virou um imenso buraco por décadas, até que se transformou em estacionamento, e a segunda foi demolida para dar lugar ao Hilton Hotel. Eu não vi essas demolições, mas se tivesse visto talvez ficasse maluco diante de tanta estupidez e ignorância. Como alguém pode destruir uma obra de arte? Como destruir a beleza? Como alguém tem coragem para destruir o único exemplar de um estilo artístico ou cultural? Como alguém pode fazer isso? Simonal foi vítima desse mesmo espírito destruidor.

Em 1972 eu era vendedor de livros, e minha equipe foi designada para fazer o Jardim Botânico, bairro carioca onde fica a “Vênus Platinada”, como chamavam a TV Globo. Estávamos na calçada do outro lado do prédio da Rede Globo, bem em frente a uma casa lotérica cujas as paredes eram cobertas de autógrafos de artistas. Conversava com uma colega de trabalho quando vi dois homens saindo pelo portão da Globo. Reconheci um deles:
Simonal. Imediatamente atravessamos a rua e lhe estendi um pequeno cartão de visitas que alguém havia me dado: pedi-lhe um autógrafo, o único que pedi a um artista até hoje. Ele desenhou o S de Simonal como uma clave de Sol, e achei muito original. E para minha amiga ele armou o laço e cantou:”Se você quer ser minha namorada....”. Nalgum momento da minha vida perdi esse cartão, mas nunca a lembrança daquele momento. Fecho agora os olhos. Vejo-o diante de mim autografando o cartãozinho, ouço-o...

Espero que Deus não perdoe as pessoas que causaram tanto sofrimento não somente a Wilson Simonal, mas a todos nos, seus admiradores.
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Franz, muito obrigado,
Martoni
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Um dos maiores ícones da MPB foi Wilson Simonal, que está quase totalmente esquecido. Buscando resgatar sua memória e valorizar sua contribuição à música brasileira de boa qualidade, meu blog instituiu o selo BOSSA SIMONAL. Se quiser apoiar, copie e cole-o no seu blog.
Franz Kreuther
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50 Anos de Bossa Nova
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sábado, 29 de novembro de 2008

50 Anos de Bossa Nova - Wilson Simonal com Lobo Bobo

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Wilson Simonal - Lobo Bobo (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli)

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Lobo Bobo

do album A Bossa e o Balanço (1994)

está no RADIO MARTONI '08

sugestão do Franz




Lobo Bobo

Era uma vez um lobo mau
que resolveu jantar alguem
estava sem vintem
mas arriscou
e logo se estrepou
um chapeuzinho de maio
ouviu buzina e nao parou
mas lobo mau insiste
faz cara de triste
mas chapeuzinho ouviu
os conselhos da vovo
dizer que não pra lobo
que com lobo nao sai só

lobo canta, pede promete
tudo ate amor
e diz que fraco de lobo
é ver um chapeuzinho de maio

chapeuzinho percebeu
que o lobo mau se derreteu
pra vez voces que lobo
tambem faz pápel de bobo

so posso lhe dizer
chapeuzinho agora traz
um lobo na coleira que
no janta nunca mais

lobo bobo.......
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Wilson Simonal foi mencionado no programa de F&E de 8 de dezembro 2007:
Início dos anos 60 e a popularização do termo e da BOSSA NOVA

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50 Anos de Bossa Nova

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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A Vida do Wilson Simonal não foi muito "Bossa Nova" - 1a parte

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WILSON SIMONAL, SIMONAL, SIMONA, SI...

Colaboração de Franz Kreuther

O convite do Martoni para escrever um texto sobre Wilson Simonal de Castro me pegou de surpresa. Embora seja um ardoroso fã desse grande e original cantor desde meados da década de 1960, não sei se terei condições de traduzir no papel minha admiração e saudade. Dos cantores da minha adolescência, Simonal é sem dúvidas o que me deu mais alegrias, o que eu mais gostava de ouvir. Gostava tanto dele que, quando estudante da Escola Técnica Federal Celso Suckov da Fonseca, pintei nas costas do meu jaleco uma enorme caricatura de Simonal, com uma espécie de gravata passada pela testa e amarada do lado da cabeça. Era meu ídolo, e eu carregava com satisfação.
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Como expressar o enorme deleite quando ouço suas canções e, sobre tudo, a tristeza que me dá sua falta no cenário musical brasileiro? Como traduzir, neste espaço tão pequeno, a grande, a amazônica indignação que sinto com a injustiça e vilania que vitimou esse que considero um dos 10 maiores artistas da música no Brasil? Como escrever algo que esteja à altura de seu enorme talento? Essas questões pularam da tela do computador no instante em que abri o e-mail.
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No início da década de 1960, no balanço da Bossa Nova e na gestação da Jovem Guarda, começou a brilhar aquela que seria uma das estrelas mais fulgurantes do universo da música nacional: Wilson Simonal. Negro e de origem muito humilde, Simonal deu um duro tremendo até tornar-se um dos artistas mais populares do Brasil no fim dos anos 1960 e início dos 1970. Possuidor de uma voz e um estilo personalíssimo, invejavelmente afinado, com uma rara habilidade para a harmonia e divisão, Wilson Simonal logo tornou-se o primeiro cantor negro a ascender ao status de estrela maior da MPB. Em pouco tempo, graças a seu incomparável talento musical, conquistou merecido destaque, sobrepujando em popularidade (e em cachê!) os mais consagrados cantores de então. E isso, parece, despertou muita inveja, ciúme e intolerância.
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Em 1971, no auge da carreira, Simonal descobriu que estava sendo roubado pelo seu contador. Quis dar uma de malandro esperto e chamou uns militares conhecidos pra dar um susto no salafrário. Eram os anos de chumbo da ditadura, e na confusão que se seguiu foi acusado de colaborador do regime militar. Foi taxado de dedo-duro entre os artistas. Pronto! Era tudo que os invejosos queriam. A imprensa sensacionalista, que sobrevive mais da miséria e fracassos alheios, tinha ali um prato cheio. O Pasquim, no qual publiquei alguns cartoons em 1975 ou 76, foi o principal veículo a caluniá-lo. O cartunista Sérgio Jaguaribe, o Jaguar, admitiria muito mais tarde que fizera tudo por impulso, e não se arrependia de ter destruído um mito. Penso que era por pura inveja ou outro sentimento mais torpe.
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Ninguém tinha provas, era tudo um disse-me-disse, mas jamais alguém se interessou em confirmar as acusações ou dar voz ao negro para se defender. Toda comunidade de artistas, emprenhada pelo veneno destilado pela imprensa, lhe voltou às costas e as portas, antes escancaradas, cerraram-se. Wilson Simonal, amargurado, andou por quase 30 anos tentando provar sua inocência.
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Albuns de Wilson Simonal no melhor blog da Música Brasileira:
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50 Anos de Bossa Nova
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sábado, 22 de novembro de 2008

João Gilberto no Carnegie Hall, 21 de novembro 1962

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João Gilberto - Outra Vez




Outra Vez
do Album Bossa Nova at Carnegie Hall (1962)
está no Radio Martoni '08


Ontem fez 46 anos que houve o Concerto de Bossa-Nova no Carnegie Hall.

Este concerto foi mencionado no programa de F&E de 19 de janeiro 2008:
A internacionalização da Bossa-Nova e uma homenagem á Elis Regina
......Começaram a aparecer as primeiras gravações, e empresários (primeiro
americanos) já começaram a vislumbrar o brilhar verdinho dos dólares neste novo filão musical brasileiro. A próxima e principal tacada desta investida, foi o Concerto de Bossa-Nova no mais aclamado palco americano, o Carnegie Hall....Leia mais>>


Outra Vez
Outra vez sem você, outra vez sem amor
Outra vez eu vou sofrer, vou chorar, até você voltar
Outra vez vou vagar, por aí pra esquecer
Outra vez vou falar mal do mundo, até você voltar

Todo mundo me pergunta, porque ando triste assim
Ninguêm sabe o que é que eu sinto, com vocé longe de mim
Vejo o sol quando ele sai, vejo a chuva quando cai
Tudo agora é só tristeza, traz saudade de você

Outra vez sem você, outra vez sem amor
Outra vez eu vou sofrer, vou chorar, até você voltar

Todo mundo me pergunta, porque ando triste assim
Ninguêm sabe o que é que eu sinto, com vocé longe de mim
Vejo o sol quando ele sai, vejo a chuva quando cai
Tudo agora é só tristeza, traz saudade de você

Outra vez sem você, outra vez sem amor
Outra vez vou falar mal do mundo, até você voltar
até você voltar, até você voltar

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O album para download >>aqui
50 Anos de Bossa Nova
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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Tributo a Miriam Makeba

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Adeus Miriam Makeba
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Clique aqui
No Martoni Videos uma simples homenagen á esta extraordinária cantora.
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50 Anos de Bossa Nova

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Miriam Makeba - Chove Chuva

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Miriam Makeba, 04-03-1932 - 10-11-2008
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Sempre fui fã de Miriam Makeba..


Mesmo que Miriam não era brasileira tenho motivos de sobra para dedicar este post á ela.
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Por causa da luta contra o "Apartheid" ela era chamada de Mama Africa, de 1963 até 1980 ela viveu fora do pais dela, Africa do Sul, só voltou quando Nelson Mandelo foi libertado da prisão. O primeiro grande sucesso dela foi The Click Song. Ela cantou Pata Pata, outro grande sucesso dela no Rio, com o Sivuca tocando violão. Vejam os videos.(amanhã)



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Miriam Makeba - Chove Chuva (Jorge Ben Jor)
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Mas tarde em Nova York, Sivuca e Miriam Makeba trabalharam junto novamente, Sivuca fez um novo arranjo para a música Pata Pata e juntos fizeram viagens pelo mundo inteiro.
Miriam no dia 5 de novembro ainda fez apresentações em Tilburg, Holanda, para chamar atenção para os problemas de idosos em paises desinvolvidos. Que ela tenha paz agora.
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Chove Chuva
do Album Makeba Sings (1965)
está no Radio F&E do Martoni >>>
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Chove Chuva
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Chove Chuva
Chove sem parar
Chove Chuva
Chove sem parar
.Pois eu vou fazer uma prece
Prá Deus, nosso Senhor
Prá chuva parar
De molhar o meu divino amor...
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Que é muito lindo
É mais que o infinito
É puro e belo
Inocente como a flôr...
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Por favor, chuva ruim
Não molhe mais
O meu amor assim
Por favor, chuva ruim
Não molhe mais
O meu amor assim

Chove Chuva
Chove sem parar
Chove Chuva
Chove sem parar
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50 Anos de Bossa Nova
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Fafá de Belém e 50 Anos de Bossa Nova

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Fafá de Belém - Cidade Pequenina (1977) (Caetano Veloso - Roberto Menescal)
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Cidade Pequenina do album Água está no RADIO F&E do MARTONI  >>>
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Cidade Pequenina

Água, madrugada
Margarida, verde leve
Luz tranquila, terra clara
Beira mar, vou devagar
Praça, casa branca
Areia fina, na cidade pequenina
Ficou longe meu lugar
Vou devagar

Distante, distante
Da porta, da salaDa mesa, do chão
Do pé de araçá

Eu vim aqui
Pra passeiar
Senhor meu rei
Mandou chamar
Que vim fazer?
Vim procurar
Novas cantigas
Para cantar


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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Maysa no Fantástico

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Maysa Figueira Monjardim, 06-06-1936 - 22-01-77

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O mundo caiu para Maysa no dia 22 de janeiro de 1977. Cantora com uma voz indiscutivelmente singular (meio rouca, meio aveludada), estrela que ostentava uma vida tumultuada e explosiva, ela dirigia sua Brasília azul a toda velocidade no final daquela tarde de sábado quando, ao percorrer a ponte Rio-Niterói em direção a Maricá, perdeu o controle do carro ao tentar desviar de outro veículo e bateu em um cabo de proteção.....
Leia mais>> Maysa, da Cantora sensível à mulher Transgressora - Movimento das Artes

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Hoje o Brasil está aguardando a minisérie da Globo sobre a vida da Maysa, a onde Jayme, seu filho, vai ser o diretor de produção. Vai ser uma barra para ele.

30 Anos atras, no dia 22 de outubro 1977 o Fantástico apresentou um programa sobre Maysa.
Assista ao video deste programa sobre Maysa no
Martoni Videos
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terça-feira, 21 de outubro de 2008

50 Anos de Bossa Nova - Maysa

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Maysa - Nós e O Mar (Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli)

Do album O Melhor da Bossa (1965)
 
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"Nós e O Mar" do album "O Melhor da Bossa" está no
RADIO F&E do MARTONI >>>

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Nós e O Mar

Lá se vai mais um dia assim
E a vontade que não tem mais fim
Esse sol
É viver, ver chegar ao fim
Essa onda que cresceu morreu
A seus pés
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E olhar
Pro céu que é tão bonito
E olhar
Pra esse olhar perdido nesse mar azul
Outra onda nasceu
Calma desceu sorrindo
Lá vem vindo
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Lá se vai mais um dia assim
Nossa praia que não tem mais fim
Acabou
Vai subindo uma lua assim
E a camélia que flutua nua no céu

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Maysa foi mencionada no programa Forma e Elenco de 26 de outubro de 2007:

A dupla de compositores Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli
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Maysa .....O pivô da separação dos dois foi um suposto romance de Bôscoli e a cantora Maysa. Maysa ao retornar ao Brasil depois de uma turnê pelo cone sul das américas (Argentina, chile, etc...) com Bôscoli e demais músicos brasileiros, convocou uma coletiva de imprensa no aeroporto, e ao chegar anunciou seu casamento com Ronaldo....Leia mais >>
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

50 Anos de Bossa Nova - Lígia

.Lígia - Grupo Chovendo na Roseira (A. C. Jobim)
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Album: Grupo Chovendo na Roseira Interpreta Tom Jobim (1986)

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Lígia está no RADIO F&E do MARTONI >>>
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Lígia

Eu nunca sonhei com você
Nunca fui ao cinema
Não gosto de samba não vou a Ipanema
Não gosto de chuva nem gosto de sol

E quando eu lhe telefonei, desliguei foi engano
O seu nome não sei
Esquecí no piano as bobagens de amor
Que eu iria dizer, é ... Lígia Lígia

Eu nunca quis tê-la ao meu lado
Num fim de semana
Um chopp gelado em Copacabana
Andar pela praia até o Leblon

E quando eu me apaixonei
Não passou de ilusão, o seu nome rasguei
Fiz um samba canção das mentiras de amor
Que aprendí com você
Nào ... Lígia Lígia

E quando você me envolver
Nos seus braços serenos eu vou me render
Pois seus olhos morenos
Me metem mais medo que um raio de sol
É... Lígia Lígia
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Grupo Chovendo na Roseira:
Quarteto vocal integrado por 
Cynara (Quarteto em Cy), 
Bia Paes Leme, 
Soraya Monte Nunes e 
Luciana Medeiros. 

Atuou no cenário artístico de 1984 a 1988, trabalhando exclusivamente com a obra do compositor Antonio Carlos Jobim. Em 1988, lançou o CD "Grupo Chovendo na Roseira interpreta Tom Jobim", contendo as canções "Ela é carioca" e "Janelas abertas", ambas com Vinicius de Moraes, "Samba do avião", "Anos dourados", "Chovendo na roseira", "Eu te amo" (c/ Chico Buarque), "Ligia" e "Tema de Gabriela", entre outras.
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