Neste blog muita informação sobre a história da Bossa Nova.
Acesso direto às publicaçòes no Rádio Forma & Elenco sobre:
Wilson Simonal, - Maysa, - António Carlos Jobim, - Tuca
Zecalouro, - Elis Regina , - Dick Farney , - Zito Righi
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Dicionário Paraense
Acompanhando as conversas na caixa de Recadinhos no exelente blog Biotransitando da Dani Benaion, blog que tambem ganhou o Prêmio Dardos, meus prabens Dani, li sobre as expressões Paraenses.
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Como me sinto paraense tambem tenho como livro de cabeceiro o Dicionário Papachibé de Raymundo Mário Sobral.
Este livro explica sobre expressões Paraenses.
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Fiasqueira - Refere-se a algo que não deu certo, malogrou, fracassou.
Exemplo: Aquela tia muito experiente aconselha a noivinha:
- Pois é, Alicinha, se você quiser ter uma noite de núpcias maravilhosa, faça o Bira comer uma dúzia de ostras no jantar: É pá casca!
Depois que retorna da lua-de-mel a sobrinha reclama muito chateada:
- Poxa, tia, não funcionou, foi o maior FIASQUEIRA.
- Como não? Esse truque é infalível.
- Pois é tia. Das doze ostras que eu dei pra ele, só oito fizeram efeito.
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Isto tambem é Cultura.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A Vida do Wilson Simonal não foi muito "Bossa Nova" - 2a parte
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WILSON SIMONAL, SIMONAL, SIMONA, SI....
Colaboração de Franz Kreuther
Num show, gravado em LP, Chico Anisío faz uma piada (acho que era uma piada sobre apelidos) em que dizia mais ou menos assim: “O cara se chama Wilson Simonal, vira Simonal, Simona, Si...” E a platéia cai na risada. Penso que, talvez, o que Chico queria não era dar motivos para risos, mas lançar um alerta para que resgatassem Wilson Simonal antes que fosse tarde demais.
Apresentar Wilson Simonal para os jovens desta geração deveria ser uma obrigação da indústria fonográfica e,
principalmente, da mídia e da comunidade de artistas e músicos brasileiros, que por pura maldade, inveja, intolerância ou falta de compaixão, foram responsáveis por sua débâcle, sua ruína. É uma obrigação e um dever para com a memória desse grande artista, pelo tanto que prejudicaram este gigante da música nacional.
A música popular brasileira sempre contribuiu para marcar uma determinada época na nossa história social. Já tivemos a chamada “Época de Ouro”, onde imperava o rádio e a nação se encantava com a beleza dos chorinhos e sambas; depois veio a batida diferente da Bossa Nova, o romantismo ingênuo da Jovem Guarda e aquela que seria, musicalmente, a fase mais brilhante da MPB: os Festivais de Musica Popular. Contudo, o material musical (letra, melodia e interprete) que a mídia divulga nos últimos 20 anos é de uma qualidade tão duvidosa e de apelo tão popularesco, que não sei se teremos do que nos orgulhar no futuro.
O povo brasileiro não tem respeito por suas tradições, por sua cultura, por seu patrimônio artístico e cultural. Aqui, no centro de Belém, havia duas magníficas construções, cuja arquitetura era motivo de orgulho para a cidade, a Fábrica Palmeira e o Central Hotel. A primeira virou um imenso buraco por décadas, até que se transformou em estacionamento, e a segunda foi demolida para dar lugar ao Hilton Hotel. Eu não vi essas demolições, mas se tivesse visto talvez ficasse maluco diante de tanta estupidez e ignorância. Como alguém pode destruir uma obra de arte? Como destruir a beleza? Como alguém tem coragem para destruir o único exemplar de um estilo artístico ou cultural? Como alguém pode fazer isso? Simonal foi vítima desse mesmo espírito destruidor.
Em 1972 eu era vendedor de livros, e minha equipe foi designada para fazer o Jardim Botânico, bairro carioca onde fica a “Vênus Platinada”, como chamavam a TV Globo. Estávamos na calçada do outro lado do prédio da Rede Globo, bem em frente a uma casa lotérica cujas as paredes eram cobertas de autógrafos de artistas. Conversava com uma colega de trabalho quando vi dois homens saindo pelo portão da Globo. Reconheci um deles:
Simonal. Imediatamente atravessamos a rua e lhe estendi um pequeno cartão de visitas que alguém havia me dado: pedi-lhe um autógrafo, o único que pedi a um artista até hoje. Ele desenhou o S de Simonal como uma clave de Sol, e achei muito original. E para minha amiga ele armou o laço e cantou:”Se você quer ser minha namorada....”. Nalgum momento da minha vida perdi esse cartão, mas nunca a lembrança daquele momento. Fecho agora os olhos. Vejo-o diante de mim autografando o cartãozinho, ouço-o...
Espero que Deus não perdoe as pessoas que causaram tanto sofrimento não somente a Wilson Simonal, mas a todos nos, seus admiradores.
Apresentar Wilson Simonal para os jovens desta geração deveria ser uma obrigação da indústria fonográfica e,
A música popular brasileira sempre contribuiu para marcar uma determinada época na nossa história social. Já tivemos a chamada “Época de Ouro”, onde imperava o rádio e a nação se encantava com a beleza dos chorinhos e sambas; depois veio a batida diferente da Bossa Nova, o romantismo ingênuo da Jovem Guarda e aquela que seria, musicalmente, a fase mais brilhante da MPB: os Festivais de Musica Popular. Contudo, o material musical (letra, melodia e interprete) que a mídia divulga nos últimos 20 anos é de uma qualidade tão duvidosa e de apelo tão popularesco, que não sei se teremos do que nos orgulhar no futuro.
O povo brasileiro não tem respeito por suas tradições, por sua cultura, por seu patrimônio artístico e cultural. Aqui, no centro de Belém, havia duas magníficas construções, cuja arquitetura era motivo de orgulho para a cidade, a Fábrica Palmeira e o Central Hotel. A primeira virou um imenso buraco por décadas, até que se transformou em estacionamento, e a segunda foi demolida para dar lugar ao Hilton Hotel. Eu não vi essas demolições, mas se tivesse visto talvez ficasse maluco diante de tanta estupidez e ignorância. Como alguém pode destruir uma obra de arte? Como destruir a beleza? Como alguém tem coragem para destruir o único exemplar de um estilo artístico ou cultural? Como alguém pode fazer isso? Simonal foi vítima desse mesmo espírito destruidor.
Em 1972 eu era vendedor de livros, e minha equipe foi designada para fazer o Jardim Botânico, bairro carioca onde fica a “Vênus Platinada”, como chamavam a TV Globo. Estávamos na calçada do outro lado do prédio da Rede Globo, bem em frente a uma casa lotérica cujas as paredes eram cobertas de autógrafos de artistas. Conversava com uma colega de trabalho quando vi dois homens saindo pelo portão da Globo. Reconheci um deles:
Espero que Deus não perdoe as pessoas que causaram tanto sofrimento não somente a Wilson Simonal, mas a todos nos, seus admiradores.
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Franz, muito obrigado,
Martoni
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Um dos maiores ícones da MPB foi Wilson Simonal, que está
quase totalmente esquecido. Buscando resgatar sua memória e valorizar sua contribuição à música brasileira de boa qualidade, meu blog instituiu o selo BOSSA SIMONAL. Se quiser apoiar, copie e cole-o no seu blog.
quase totalmente esquecido. Buscando resgatar sua memória e valorizar sua contribuição à música brasileira de boa qualidade, meu blog instituiu o selo BOSSA SIMONAL. Se quiser apoiar, copie e cole-o no seu blog.Franz Kreuther
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50 Anos de Bossa Nova
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Fafá de Belém e 50 Anos de Bossa Nova
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Cidade Pequenina
Água, madrugada
Margarida, verde leve
Luz tranquila, terra clara
Beira mar, vou devagar
Praça, casa branca
Areia fina, na cidade pequenina
Ficou longe meu lugar
Vou devagar
Distante, distante
Da porta, da salaDa mesa, do chão
Do pé de araçá
Eu vim aqui
Pra passeiar
Senhor meu rei
Mandou chamar
Que vim fazer?
Vim procurar
Novas cantigas
Para cantar
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Fafá de Belém - Cidade Pequenina (1977) (Caetano Veloso - Roberto Menescal)
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Cidade Pequenina do album Água está no RADIO F&E do MARTONI >>>
.Cidade Pequenina
Água, madrugada
Margarida, verde leve
Luz tranquila, terra clara

Beira mar, vou devagar
Praça, casa branca
Areia fina, na cidade pequenina
Ficou longe meu lugar
Vou devagar
Distante, distante
Da porta, da salaDa mesa, do chão
Do pé de araçá
Eu vim aqui
Pra passeiar
Senhor meu rei
Mandou chamar
Que vim fazer?
Vim procurar
Novas cantigas
Para cantar
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Belém Cheia de Bossa
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Semana 2008-13
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O Album da Semana
.Semana 2008-13
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Para os nossos Amigos Paraenses
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Faixas:
01 Pretexto
02 Igual ao que não foi
03 Atalaia
04 Belém Cheia De Bossa
05 Máe Maria
06 Nada Igual
07 Tempo De Amar
09 Cheiro de Bossa
10 Sinto Muito
11 Olhares de Caim
12 Tinhoso
13 O Bar
14 Flor do Grão Pará
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As músicas de numero 4 e 9 estão disponivel para audição no RádioBox
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Download link (128kbps)
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Uma boa audição, Martoni
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