.
O Jogo dos Pseudônimos
.
O Jogo dos Pseudônimos
.
O maestro Leo Peracchi, a quem Tom Jobim chamava de mestre, utilizou o pseudônimo de Henry Nirenberg na gravação de um disco orquestral no ano de 1961. Além disso, era o regente e arranjador de Os Violinos Mágicos, uma orquestra completa, com todos os naipes, e com a qual gravou uma série de discos de bastante sucesso. Os músicos da orquestra eram recrutados, quase todos, nas orquestras sinfônicas do Rio de Janeiro e, à falta de estúdios que comportassem de uma só vez a orquestra inteira, tinham que gravar divididos pela metade.
Tirado do "O jogo dos pseudônimos" de Mauro Caldas (= zecalouro)
Tracks:
01- Percussão Espetacular (Léo Peracchi)
02- Bahia (Na Baixa do Sapateiro) (Ary Barroso)
03- Feitiçaria (Custódio Mesquita / Evaldo Ruy)
04- Funeral D'um Rei Nagô (Heckel Tavares)
05- That Old Black Magic (J. Mercer / H. Arlen)
06- Banzo (Heckel Tavares / Murilo Araújo)
07- Tabú (M. Lecuona)
08- Babalú (M. Lecuona)
09- Jungle Drums (Ernesto
Lecuona)
10- The Banana Boat Song (E.
Darling / Bob Carey / Alan Arkin)
.
.
.
.
.
.

